comunicação

Notícias

17 de novembro de 2017

Pesquisa CNT
Investimentos em rodovias

Pesquisa CNT

As más condições das rodovias brasileiras geram perdas de vidas, além dos prejuízos ambientais e econômicos. Em 2016, foram registrados 96.362 acidentes nas rodovias federais brasileiras, resultando em 6.398 mortos. De acordo com a Pesquisa CNT de Rodovias 2017, esses acidentes custaram R$ 10,88 bilhões em 2016, levando em consideração os custos das perdas de vidas, dos danos materiais dos veículos e das perdas de cargas. 

O presidente da seção de Transporte Rodoviário de Cargas da CNT, Flávio Benatti, chama a atenção para o fato de que o gasto com acidentes é maior do que o valor investido pelo governo federal em rodovias. Em 2016, foram pagos R$ 8,61 bilhões em infraestrutura rodoviária (incluindo restos a pagar). “Com acidentes, foram mais de R$ 10 bilhões. Seria mais fácil investir esses recursos em melhoria da malha.”

Na avaliação da CNT, a oferta de uma boa qualidade de infraestrutura rodoviária – com pavimento, sinalização e geometria da via adequados — é decisiva para a diminuição dos acidentes e das mortes. 

A Pesquisa CNT de Rodovias mostra que o estado geral de 61,8% da extensão pesquisada apresentou algum tipo de problema. Foram analisados 105.814 km — um acréscimo de 2.555 km (2,5%) em relação ao ano anterior.

Entre as características observadas, a maior queda de qualidade se deu na sinalização, com 59,2% dos trechos apresentando algum tipo de problema nessa característica. A avaliação mostra que, em metade da extensão avaliada (50%), o pavimento foi considerado regular, ruim ou péssimo e, em 77,9%, a geometria da via apresentava alguma deficiência.

Fonte: CNT

Compartilhe esta notícia

últimas notícias

20 de fevereiro de 2018

"Muito além do aumento da tarifa"

Artigo de Otávio Vieira da Cunha, presidente da NTU

19 de fevereiro de 2018

Empresas devem aderir ao eSocial neste ano

Sistema unifica informações fiscais, trabalhistas e previdenciárias

15 de fevereiro de 2018

2018: ano de investir no transporte

Entrevista do presidente da CNT, Clésio Andrade

MAIS NOTÍCIAS