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18 de fevereiro de 2013

Governo prevê novas duplicações
Mais de 1.038 km de estradas serão construídas

Governo prevê novas duplicações

Mesmo com planos de transferir 7,5 mil quilômetros de rodovias federais à iniciativa privada, o governo promete turbinar as atividades do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) neste ano, deixando para trás a paralisia causada pela “faxina” no órgão, que esteve no centro de uma onda de denúncias de corrupção no início do governo Dilma Rousseff. Em 2013, a meta é lançar editais para duplicação de 1.038 quilômetros de estradas, que deverão somar aproximadamente R$ 7 bilhões em novos contratos. Alguns dos principais eixos rodoviários do país estão incluídos na promessa de ganhar pistas duplas. Um exemplo é a BR-381, em Minas Gerais, em um trecho de 38,8 quilômetros entre o município de Governador Valadares e a variante sobre o rio Santa Bárbara. Trata-se de um dos corredores mais perigosos, em número de acidentes, da malha nacional. “Só essa obra deverá exigir investimentos de R$ 1 bilhão”, disse ao Valor o ministro dos Transportes, Paulo Passos. O esforço do Dnit abrange a abertura de obras de duplicação em pelo menos outras 15 localidades. De acordo com o ministro, haverá concorrências para construir novas pistas na BR-415, entre Ilhéus e Itabuna (BA), na BR-222, que dá acesso ao Porto de Pecém (CE), e na BR-280, entre Jaraguá do Sul e São Francisco do Sul (SC). “Será tudo feito pelo RDC”, disse Passos, em referência ao regime diferenciado de contratações públicas, considerado mais ágil do que a Lei de Licitações (8.666). Um levantamento do departamento indica que, com o uso do RDC, o tempo médio entre a abertura de concorrência e a homologação do resultado caiu para 79 dias. O mecanismo tem sido usado desde o ano passado. Com as licitações tradicionais, o processo demorava até 285 dias. O impacto do RDC também tem sido considerável quanto aos gastos previstos para as obras. A queda média entre o orçamento usado como referência pelo Dnit e aquele efetivamente contratado nas licitações tem girado em torno de 20%.

 Fonte: Agência T1

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