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06 de junho de 2013

Etiquetagem para veículos pesados
Novo programa do Inmetro foi apresentado em Brasília

Etiquetagem para veículos pesados

O pesquisador da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Marcos André Borges (foto), apresentou o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) para Veículos Pesados, cujo regulamento será lançado no primeiro semestre do próximo ano. A apresentação do novo programa ocorreu na abertura do Seminário promovido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e pelo Despoluir – Programa Ambiental da CNT. 

O programa de etiquetagem será semelhante ao já existente para veículos leves, criado em 2008, coordenado pelo Inmetro em parceria com o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet). Com base nas etiquetas de automóveis, é possível uma economia para o proprietário, segundo Marcos André, de R$ 952 por ano. Em cinco anos, para um carro popular, a soma chega a 20% do valor do carro. 

O novo programa, portanto, terá como objetivos prestar informações úteis para auxiliar os consumidores na decisão de compra, além de estimular a competitividade no setor. “O órgão regulamentador é como se fosse um super-herói e a etiquetagem surge com super poderes”, compara o pesquisador. As informações funcionam como uma visão de raio-X, que fornece dados detalhados do veículo antes de sua aquisição.

Essa será mais uma ferramenta que contribuirá para a eficiência energética no transporte e servirá de referência para as decisões governamentais. “As iniciativas isoladas não resolvem o problema, elas precisam ser integradas”, justifica o pesquisador. O Brasil hoje conta também com o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) que, segundo Marcos André, não perde para nenhum trabalho realizado no mundo.  No entanto, o pesquisador acrescenta que as medidas e os regulamentos precisam ser aperfeiçoados. E, para isso, é necessária a adesão completa do setor.

Assim, todas as informações sobre emissão de poluentes, gasto de combustível e outros itens estarão integradas. Dessa forma, elas poderão oferecer um melhor retrato de como está a questão da eficiência energética no país e aonde poderão chegar os resultados das novas políticas a favor da economia de recursos, naturais ou econômicos. “Nós precisamos trabalhar com a qualidade da informação para levantar a política adequada”, concluiu. 

Na abertura do Seminário, também falaram o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Junior, e o diretor do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema). O diretor-executivo da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Bruno Batista, mediou os debates e as perguntas. O Seminário é promovido pela CNT e pelo Programa Ambiental Despoluir em parceria com o International Council on Clean Transportation (ICCT) e o Iema. 

Fonte: Agência CNT de Notícias

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